A banalidade do mal
Em 1963, com base nos seus relatos escritos para o The New Yorker sobre o julgamento, Avent publicou um livro-Einhmanm em Jerusalém. Nele, ela descreve não somente desenrolar das sessões, mas fez uma análise de "inviduo Eichman".
Segundo ela Adolf Eichman não possuía um histórico ou traços antissemitas e não apresentava características de um caráter destorcido ou doentio. Ele agiu segundo o que acreditava ser o seu dever., cumprindo ordens superiores e movidas pelo desejo de ascender na sua carreira profissional, na mais perfeita lógica burocrática. Cumpria ordens sem questionar, com o maior zelo e eficiência, sem refletir sobro o mal que pudesse causar.
Em Eichman em Jerusalém, Arent retoma a questão do mal radical ,katiano politizando-o. Analisa o mal, quando este atinge grupos sociais ou o próprio estado.
Segundo a filosofia, o mal não é uma categoria ontológica, não é natureza nem metafisica.
É politico e histórico e é produzido por homens e manifesta-se apenas, onde encontra espaço institucional para isso em razão de uma escolha politica.
A trivialização da violência corresponde para Arent, ao vazio do pensamento, onde a banalidade do mal se instala.
É importante refletirmos sobre estes assuntos
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